Uma pesquisa da Nielsen de 2025 revelou um dado surpreendente: adultos com mais de 65 anos passam, em média, 22 horas por semana no celular um tempo que já supera o de muitas gerações mais jovens em diversos aspectos.
O que antes era visto como hábito típico da Geração Z agora tem novos protagonistas. A pandemia acelerou essa mudança: consultas médicas, missas e reuniões familiares migraram para o online em 2020, e os idosos foram junto.
Desde então, o hábito não diminuiu. Muitos recém-aposentados hoje possuem mais tablets, laptops e smart TVs do que pessoas com menos de 25 anos, e o consumo de YouTube quase dobrou em apenas dois anos.
Especialistas alertam, porém, que o problema não está apenas no tempo de tela. Quando o celular ou a TV começa a substituir o contato humano real conversas cara a cara, visitas e interações familiares, surge um sinal de alerta para o isolamento social.
A virada geracional já é realidade em muitas casas: os filhos que cresceram ouvindo “sai do computador” agora são os que pedem “larga o celular, mãe”.
O fenômeno mostra que o vício em telas não tem idade. E você, tem notado isso na sua família?







