Um servidor do Instituto Federal de Alagoas que ocupava o cargo de diretor-geral do campus de Viçosa, no interior do estado, foi demitido após denúncias de supostas condutas de conotação sexual dentro da instituição de ensino.
De acordo com informações divulgadas pelo próprio Ifal, as manifestações recebidas foram analisadas por meio de Processo Administrativo Disciplinar, conduzido de forma sigilosa e garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório. Após a conclusão das oitivas e dos procedimentos investigativos, a comissão responsável apresentou relatório final recomendando a penalidade de demissão.
Ainda segundo a instituição, o caso foi encaminhado à Procuradoria Federal, que analisou os autos e se manifestou pela regularidade do processo disciplinar, sugerindo a aplicação da penalidade administrativa ao servidor investigado.
Em nota, o Ifal reafirmou seu compromisso no enfrentamento ao assédio e à discriminação, destacando que segue as diretrizes do Programa Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação no âmbito da administração pública federal.
Conforme relatado, o mesmo servidor já havia sido afastado de suas funções por 60 dias no ano passado após denúncias de suposta conduta irregular com conotação sexual no ambiente institucional.







