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Cientistas alertam: macarrão instantâneo mais de duas vezes por semana eleva risco de ÄVC, infarto e resistência à insulina

Cuidado com o macarrão instantâneo: o “fast-food de panela” pode custar caro à saúde
Consumir macarrão instantâneo com frequência – duas ou mais vezes por semana – já foi associado a um aumento no risco de síndrome cardiometabólica: hipertensão, resistência à insulina, dislipidemias, obesidade abdominal e elevação do risco cardiovascular.
Por que esse risco existe?
Macarrão instantâneo costuma ter altíssimo teor de sódio

  • uma porção pode conter mais sódio do que a recomendação diária da OMS.
    É rico em gorduras saturadas e trans (já que muitas versões são pré-fritas), o que aumenta o risco de alterações nos lipídios séricos e doenças cardíacas.
    Contém carboidratos refinados e elevado índice glicêmico, favorecendo picos glicêmicos e resistência à insulina.

Geralmente é pobre em fibras, vitaminas e minerais essenciais – ou seja, é basicamente “caloria vazia”.
Resultado: o consumo constante pode aumentar o risco
de doenças graves – infarto, AVC, diabetes tipo 2, hipertensão e disfunção metabólica. Além disso, a síndrome metabólica predispõe ao desenvolvimento de problemas renais, vasculares e inflamatórios.
Um hábito aparentemente inofensivo – “comer miojo duas vezes por semana” – pode cobrar um preço alto a longo prazo. O ideal é reduzir drasticamente o consumo de macarrão instantâneo e priorizar refeições com ingredientes naturais, fibras, proteínas magras e menor carga de sódio.

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